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25.3.08

INSATISFAÇÃO CONJUGAL: O IMPACTO NA SAÚDE


Um estudo recente mostrou que as pessoas que se sentem felizes no casamento têm menos problemas de hipertensão do que os solteiros com redes sociais estáveis e apoiantes. Por outras palavras, a saúde cardíaca (do ponto de vista da tensão arterial) que resulta de uma relação conjugal feliz é superior à experimentada por pessoas solteiras, mesmo que estas se sintam apoiadas por familiares e amigos. Os resultados são idênticos para homens e mulheres.

Mas é preciso notar que não é o casamento que nos protege da hipertensão arterial – é o casamento (ou união) feliz! Os resultados são claros: as pessoas insatisfeitas do ponto de vista conjugal têm maior probabilidade de sofrer de hipertensão do que os solteiros.

De um modo geral, as pessoas felizes no casamento cultivam bons hábitos em termos de saúde: demonstram a sua preocupação em relação à saúde do cônjuge, incentivam-no a ir ao médico regularmente e promovem bons hábitos alimentares. Em termos emocionais, o casamento funciona como uma fonte de apoio fundamental à saúde cardiovascular.

Mas a correlação entre satisfação conjugal e saúde física já tinha sido objecto de estudo antes. Por exemplo, diversas investigações mostraram que a taxa de morte e a incidência de doenças é menor entre as pessoas casadas.

A verdade é que as pessoas que são felizes no casamento sentem a sua auto-estima aumentada e, por isso, sentem também uma confiança muito maior para enfrentar situações stressantes. No fundo, é como se a satisfação conjugal proporcionasse uma espécie de balão invisível protector que nos confere a confiança essencial para lidar com os problemas e dificuldades do quotidiano. Mas este balão é facilmente 'rebentado' se estivermos perante um casamento infeliz.

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