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27.7.15

3 PASSOS PARA EVITAR QUE O TRABALHO MATE A SUA RELAÇÃO


Sempre que duas figuras públicas se separam levanta-se a hipótese de a relação ter chegado ao fim por falta de tempo ou porque não foi possível conciliar as respetivas carreiras profissionais com as exigências de um casamento. Como se fosse praticamente impossível manter uma relação quando ambos trabalham de forma intensa. Afinal, o que é que é preciso (fazer) para que o amor sobreviva aos constrangimentos profissionais? O que é que os casais felizes de dupla carreira (incluindo algumas figuras públicas bem conhecidas) fazem para manter o amor vivo e não serem engolidos pelo trabalho?

CRIAR TEMPO A DOIS

O segredo não está só em criar oportunidades para sair a dois. É preciso que haja compromisso. O que é que isso quer dizer? Estes casais precisam de encarar os momentos a dois com a mesma seriedade e a mesma dedicação com que olham para os seus compromissos profissionais. Alguns casais optam por incluir estes momentos na sua agenda profissional e ESCOLHEM tratá-los como MUITO IMPORTANTES. Claro que isso depende sobretudo do compromisso que forem capazes de assumir um com o outro.



E em que consistem estes compromissos? Isso varia de casal para casal. Há pessoas que se comprometem com saídas semanais que incluem jantar fora e fazer uma noitada com o mais-que-tudo. Outras reservam algum tempo todas as noites para ESTAR a dois. E mesmo que não haja nada para fazer, o compromisso é gerido como importante.

Há também cada vez mais casais que optam por comprometer-se com algumas horas por semana sem telemóvel. Se ambos têm acesso ao e-mail e às redes sociais através dos smartphones, estes momentos 'sem rede' e sem obrigações podem ser a única forma de estar 'lá' por inteiro. E só assim é que as coisas continuam a fazer sentido.

BOA COMUNICAÇÃO

Um dos 'segredos' dos casais que vivem felizes uma vida inteira são as conversas diárias. Mais do que os presentes, a capacidade para resolver conflitos ou a frequência das relações sexuais, é a comunicação no dia-a-dia que faz TODA a diferença.

Os casais que continuam a querer estar juntos esforçam-se por aceder ao mundo de cada um a um ritmo diário. Eles não conversam muito sobre a própria relação.  Eles conversam muito sobre aquilo que mexe com cada um - sobre as vitórias e as derrotas profissionais, sobre as birras das crianças, sobre o processo de emagrecimento de um deles, sobre a multa que o outro apanhou e sobre todas as ninharias do quotidiano.


A intenção é boa mas nada poderia estar mais longe da realidade. Aquilo que mexe connosco -no trabalho ou noutra área qualquer - deve ser partilhado com a pessoa que escolhemos para estar ao nosso lado. Quando não o fazemos arriscamo-nos a permitir que, passado algum tempo, sintamos que estamos casados com um estranho.

ATENÇÃO: Conversar sobre trabalho NÃO é ligar o computador todas as noites e continuar a trabalhar. Também não é falar ininterruptamente e não querer saber da vida do outro. É partilhar sem fazer da pessoa que está  ao nosso lado um saco de pancada.

Não são só as conversas de final de dia que caracterizam as relações felizes de dupla carreira. São as SMS enviadas imediatamente antes de uma reunião importante a desejar boa sorte e a mostrar que, no meio de todos os outros compromissos, há um que se destaca (a relação). São os telefonemas ao longo do dia para saber se está tudo bem ou para mandar um beijinho (mesmo que durem 2 minutos). E também são os e-mails que se escrevem quando o outro está 'preso' no avião ou numa reunião.


Quando uma pessoa escolhe focar-se no que mexe com o outro e lhe dedica tempo e disponibilidade, constrói-se uma sensação de pertença que faz com que tudo se torne mais fácil.

Ter uma boa comunicação também é ser capaz de mostrar de forma clara a admiração mútua e os casais felizes sabem disso. Isso significa que são capazes de elogiar de forma clara os sucessos do companheiro, significa que aplaudem mesmo quando o seu próprio percurso profissional está minado de stress e desafios. Significa que continuam a dizer 'gosto de ti' e 'és importante para mim' sob a forma de elogios sinceros.

ESTAR DE ACORDO EM QUESTÕES FUNDAMENTAIS

Filhos. Fronteiras com a família alargada. Saídas individuais com pessoas do sexo oposto. Estas são algumas das questões que podem unir e separar um casal. Não é preciso que um casal esteja sempre de acordo para ser feliz. Mas é preciso que haja acordo em relação ao que é mais importante. Quando os dois membros do casal valorizam a carreira e o tempo escasseia é ainda mais importante parar para conversar sobre o que aquilo que cada um espera do outro. É importante ter a noção de que, para que a relação dê certo, ambos terão de fazer cedências (porventura até em áreas importantes). Mas é crucial que cada um seja absolutamente honesto (sobretudo consigo mesmo) a respeito daquilo de que não está disposto a abdicar. Não adianta empurrar os assuntos difíceis para debaixo do tapete na esperança de que, com o tempo, o companheiro possa mudar. Se há um que quer ter filhos e o outro insiste em dizer que não quer, não é boa ideia esperar que as coisas mudem.


Nenhuma relação está condenada ‘só’ porque os membros do casal não estão em sintonia nalguns pontos. Aquilo que é preciso é que haja uma base comum, um ‘nós’. 

23.7.15

TUDO SOBRE ALMAS GÉMEAS (E COMO ENCONTRAR A SUA)


Talvez devêssemos processar os estúdios de Hollywood e as grandes produtoras de televisão. Afinal, eles são responsáveis pelos inúmeros filmes e séries que nos têm tentado ‘vender’ a ideia de que cada um de nós pode (deve?) encontrar a sua alma gémea.

Quase todas as semanas me cruzo com mulheres que davam o dedo mindinho para casar com o McDreamy (personagem/ galã da série “Anatomia de Grey”). Ou com alguém que fosse tão perfeito quanto aquele personagem. Talvez ajude à reflexão sabermos que Patrick Dempsey (o ator que dava vida ao personagem) não conseguiu manter o casamento e foi confrontado com um pedido de divórcio ao fim de 15 anos.

Mas desengane-se quem julgue que o fenómeno da idealização excessiva é um exclusivo das mulheres. Há muitos homens que também sonham com a possibilidade de encontrar “a tal” e que vão adiando a possibilidade de serem felizes.

Enquanto terapeuta conjugal não vejo nada de errado no facto de elevarmos a fasquia e não nos contentarmos com quem não esteja à altura das nossas necessidades. Sou absolutamente a favor da ideia de cada pessoa lutar por aquilo que a faça feliz. Mesmo que isso implique ter de ‘falhar’ algumas vezes. O problema surge sempre que alguém se convence de que ‘o/a tal’ tem de ser perfeito. E quando, em função de expectativas absolutamente irrealistas, perde contínuas oportunidades de viver uma relação feliz.

- LISTA DE EXIGÊNCIAS -

Lembra-se da última vez que comprou um telemóvel? É possível que tenha feito uma lista (nem que seja mental) das características que o aparelho novo deveria ter. Máquina fotográfica? Acesso à Internet? Ecrã sensível ao toque? Por que não fazer uma lista das qualidades que você acha que um parceiro romântico deveria ter?


Seja honesto(a). Deite tudo cá para fora. “Tem de ter sentido de humor”. “Deve ser tão giro como o Bradley Cooper (ou como a Gisele Bündchen)”. “Tem de saber cozinhar”. No papel (ou no ecrã do computador) o seu mais-que-tudo pode ser perfeito.

- DE VOLTA À REALIDADE -

Depois de tanta honestidade, é tempo de voltar à realidade. Você sabe que não há pessoas perfeitas e que é IMPOSSÍVEL encontrar alguém que reúna todas aquelas qualidades. Isso não significa que o seu trabalho tenha sido em vão. E muito menos significa que deva contentar-se com qualquer traste que lhe apareça.

Reduza a sua lista a 10 qualidades. Pense no que é REALMENTE importante para si – aquilo de que não gostaria mesmo de abdicar.

- QUER SER FELIZ? ACRESCENTE MAIS REALIDADE -

Tenho uma novidade para si: não há ninguém que reúna essas 10 qualidades. Só os Mcdreamies desta vida – mas esses só existem nos ecrãs.


Isto é, pense naquilo que é ESSENCIAL PARA SI. Algumas pessoas escolherão “Tem de ser honesto(a)”. Ou “Tem de se dar bem com os meus pais”. Você pode chegar à conclusão de que a pessoa certa para si tem de ser “Alguém que respeite (e incentive) os meus hobbies”. O importante é que seja verdadeiro e realista.

Depois deste exercício é tempo de olhar à sua volta e NAMORAR. Sim, você vai ter de arriscar, conhecer pessoas novas e… ir espreitando a sua lista. A ideia é manter o sentido de realidade e, ao mesmo tempo, ser fiel a si mesmo(a). Em vez de começar a fazer uma lista (mesmo que seja mental) dos defeitos de cada pessoa que conhece, procure ser tolerante. É possível que se surpreenda (pela positiva).

Atenção a todas as pessoas casadas/ comprometidas: Olhe bem para a pessoa que está ao seu lado. Está ‘carregada’ de defeitos, não está? É normal. Você também! Ser feliz no casamento NÃO É viver continuamente alegre ao lado de alguém que nos faça sempre felizes. Ser feliz no casamento e querer estar ao lado de alguém para sempre é ‘escolher’ um conjunto de defeitos e aprender a viver com eles. Porque o essencial está lá.

21.7.15

COMO RECUPERAR DE UMA DISCUSSÃO (EM 3 PASSOS)


Como é que se ultrapassa uma discussão conjugal? Como é que duas pessoas que se amam recuperam a paz e a sensação de que “está tudo bem” depois de um qualquer momento de tensão? Há quem defenda que, para que uma relação dê certo, os casais não devem ir dormir zangados. Como se fosse (sempre) fácil fazer as pazes. Às vezes não é.

A maior parte dos casais que me pedem ajuda estão tão magoados, tão desgastados, que quando estão a tentar refazer-se de uma discussão já estão a entrar noutra. Quase todos tentam fazer as pazes mas, por um motivo ou por outro, as coisas não funcionam.

Vale a pena olhar para aquilo que os casais felizes fazem e para os hábitos que podem ser adotados por qualquer pessoa que queira proteger a sua relação:

1. TER RAZÃO versus TER UMA RELAÇÃO.

Parece óbvio mas nem sempre é fácil. Os casais mais felizes também discutem, também se sentem desapontados, também falham. Mas há um hábito que os diferencia: estas pessoas preferem fazer uma tentativa de reaproximação em vez de ficar à espera que o outro assuma o que fez. Por outras palavras, centram-se mais nas coisas boas do que nas falhas.



É como se se perguntassem com regularidade “Eu prefiro ter razão (e ficar amuado/a à espera que ele/a assuma o que fez) ou prefiro ter uma relação (e fazer o que está ao meu alcance para que fique tudo bem outra vez)?”. E fazem quase sempre a escolha certa – reaproximando-se e aceitando (sem rancor nem amuos) as tentativas de reaproximação do outro.

2. Saber PEDIR DESCULPAS.

Este é outro hábito que parece fácil. (Quase) todas as pessoas acham que sabem pedir desculpas. E admiram-se por, mesmo assim, as coisas não darem certo. É mais fácil rotular o companheiro de orgulhoso do que olhar para o próprio comportamento. Há, pelo menos, 4 formas ERRADAS de pedir desculpas:

O PEDIDO EM 4 SEGUNDOS: “Sim, desculpa lá. Mas agora diz-me: O que é que vamos jantar?”.

O PEDIDO QUE FOGE À RESPONSABILIDADE: “Bem, eu talvez tenha feito isso, mas tu ...”.

O PEDIDO FORÇADO: “É suposto que eu diga...”.

O PEDIDO MANIPULADOR: “As coisas não vão funcionar enquanto eu não disser isto, então...”.
 
A questão que se coloca é: o que é que funciona? Como é que os casais felizes fazem? Acima de tudo, eles preocupam-se GENUINAMENTE um com o outro. Isso implica que, quando pedem desculpas, estejam VERDADEIRAMENTE arrependidos do erro cometido e se comprometam - na medida do que for possível - a emendá-lo.
 
Um pedido de desculpas COMPLETO inclui:

- Arrependimento genuíno (“Eu sinto-me triste/ envergonhado/ arrependido por…”).
- Reconhecimento do erro (“Eu magoei-te quando…”)
- Solidariedade/ empatia (“Tens todo o direito de estar assim...”).
- Vontade de emendar/ fazer diferente (“Eu vou ajudar-te/ comprometo-me a…”).
 
3. Vontade de FAZER O OUTRO FELIZ
versus ENCARÁ-LO COMO UM ADVERSÁRIO
 
Se há algo que os casais felizes sabem é que os conflitos fazem parte de qualquer relação saudável. Eles sabem que não há pessoas perfeitas e reconhecem que cada um tem as suas falhas. Quando um erra ou pura e simplesmente faz uma escolha que o outro não esperava, há mágoa e desconexão, tal como em qualquer outra relação. Mas estas pessoas não se olham mutuamente como adversárias. Pelo contrário, cada uma está continuamente a dar provas de que a felicidade da pessoa amada é importante para si. E isso faz com que depois de uma discussão ESCOLHAM voltar atrás e, com GENUÍNO interesse, queiram saber como é que o outro se sente, o que é que o levou a fazer aquela escolha.



Exemplo: "Quando tu fizeste X, eu senti-me desapontado(a) mas eu acredito que não tivesses intenção de me magoar. O que é que te impediu de fazer diferente? Que dificuldades te impediram de fazer uma outra escolha?".

Esperar o melhor da pessoa que está ao nosso lado não depende da sorte. É uma ESCOLHA. É escolher olhar para tudo o que a outra pessoa faz fora dos momentos de tensão. É escolher valorizar os seus esforços mais do que as suas falhas. É escolher colocarmo-nos na sua posição antes de a condenar.

24.6.15

7 DICAS PARA ALIMENTAR A SUA RELAÇÃO


O que é que é preciso fazer para que uma relação não esmoreça? Toda a gente ouve e diz que é preciso investir diariamente, que é preciso alimentar a relação. Mas como é que isso se faz? Que comportamentos é que devemos manter se quisermos que o amor continue a dar certo?

GESTOS DE AFETO. No início parece fácil. Estamos sob a tempestade hormonal associada à paixão e praticamente não fazemos outra coisa o dia inteiro. Beijar, abraçar, acarinhar ou pura e simplesmente tocar na pessoa de quem se gosta é uma necessidade. Mas os casais que estão juntos há muito tempo nem sempre se lembram da importância do toque. Muitas vezes lamentam-se dizendo que não têm tempo para nada. Mas há sempre tempo para mimar, há sempre tempo para mostrar através do toque o quanto se gosta de alguém. E esta é a forma mais clara (e fácil) de fazer com que uma pessoa se sinta amada.

ASSUMIR UM COMPROMISSO A DOIS. Se há um que precisa de perder peso, por que não vão os dois para o ginásio? Se um gosta de ir ao estádio ver o seu clube jogar, por que não fazê-lo a dois?


É, sobretudo, ser capaz de fazer escolhas SÓ para agradar à pessoa de quem se gosta. Ora cede um, ora cede o outro. Estes compromissos criam a certeza de que há um “nós” e essa sensação é impagável.

REVISITAR MEMÓRIAS (POSITIVAS). Numa altura em que quase todos os telemóveis permitem tirar e partilhar fotografias, já não é preciso tirar o pó aos álbuns fotográficos para revisitar memórias positivas a dois. Rever fotografias de casal/ de família ajuda a prolongar a sensação de que, apesar das dificuldades, tudo vale a pena. É especialmente terapêutico fazê-lo depois dos momentos de maior tensão/ desconexão.

ENVIAR SMS AO LONGO DO DIA. A maior parte das pessoas que conheço trabalham muitas horas por dia. Tanto, que às vezes é difícil aguentar a pressão sem desanimar. Não sendo viável ligar à pessoa de quem gosta de cada vez que acontecer alguma coisa importante, é possível recorrer às mensagens escritas. Esteja atento(a) à vida do seu parceiro. Não espere que ele(a) se queixe. Envie SMS (ou e-mails) a perguntar se aquela reunião que lhe tirou horas de sono correu bem. Elogie de forma clara e recorrente. Seja um porto de abrigo.

ASSUMIR AS DIFERENÇAS. Para que uma relação dê certo, não é preciso que duas pessoas sejam almas gémeas. Muitas vezes há um que precisa/ gosta muito de conversar e há outro que valoriza o silêncio e que, no final de um dia de trabalho, quase só fala por monossílabos. Para evitar a sensação de abandono/ rejeição é preciso assumir que as diferenças são isso mesmo: apenas diferenças.


Claro que para aí chegar pode ser preciso que cada um exponha com calma e honestidade aquilo de que precisa e aquilo que é capaz de dar. O importante é que cada um continue a sentir-se seguro, valorizado e acarinhado.

ESTAR “LÁ”. Se eu tivesse de dar uma sugestão – e apenas uma – aos casais com quem trabalho, seria esta. Quando uma pessoa se esforça por estar “lá” nos momentos importantes da vida da outra, é muito mais provável que ambos se sintam felizes, amparados, seguros. Mas o que é que isto quer dizer? Significa que é preciso parar o piloto automático e questionar-se sobre o que é importante para o outro. Significa que, de vez em quando, é importante interrogar-se sobre a possibilidade de estar a ignorar/ desvalorizar acontecimentos significativos para a pessoa de quem gosta. No dia-a-dia nem sempre é fácil estar “lá” – há vitórias da pessoa amada a que não damos o devido valor e há momentos difíceis em que não damos todo o apoio que ela merece. Prestar atenção, querer saber, colocar perguntas e criar espaço – todos os dias – para que a outra pessoa se sinta ouvida é imprescindível para que a relação continue a dar certo. Experimente, por exemplo, criar o ritual de conversar ao final do dia sobre os altos e baixos da jornada de cada um.


RECONHECER OS PONTOS SENSÍVEIS. Para uns é a sogra. Para outros é o dinheiro. Ou a política. Há pessoas que se sentem muito tristes/ ameaçadas/ amedrontadas quando se confrontam com queixas ou críticas ao comportamento da sua família alargada. Há casais que raramente se entendem a propósito de religião. Vá com calma. Reconheça os seus próprios pontos fracos, os assuntos que o(a) deixam mais tenso(a). Às vezes mais vale parar a discussão a tempo, tentar entender aquilo que está a sentir, tentar colocar-se na posição da pessoa de quem gosta e aceitar que – naquele momento – não vão chegar a um consenso. 

8.6.15

AGORA NÓS

No dia 5 de junho voltei ao programa AGORA NÓS, na RTP1, para comentar o caso de uma família assolada pelo aneurisma de um dos membros do casal:

- O que muda numa família quando um dos membros do casal fica incapacitado?

- O que acontece à relação conjugal?

Aqui está o vídeo com os meus comentários:


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