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8.11.10

O STRESS E AS FALTAS AO TRABALHO

Quem é que nunca teve vontade de faltar ao trabalho e dizer que está doente? Algumas pessoas já o terão feito por preguiça ou por cansaço mas há um número considerável que o faz devido ao stress. Segundo uma investigação realizada no Reino Unido, um em cada cinco trabalhadores falta ao emprego por se sentir stressado e, destes, 93 por cento optam por mentir aos patrões. A maior parte destas pessoas sente-se relutante em mentir mas fá-lo por considerar que os chefes não são capazes de empatizar com as suas dificuldades. As queixas mais frequentes são: dores de estômago (36%), gripe (13%), dor de cabeça (12%), consulta com o médico (6%) e dores na coluna (5%).

Mais de 70 por cento dos participantes neste estudo que assumiram ter usado a mentira para escapar ao stress no trabalho gostariam de abordar o assunto com os chefes; um terço gostaria que o patrão tomasse a iniciativa de conversar abertamente sobre o problema quando há sinais evidentes de stress.

Este é um problema comum aos trabalhadores portugueses e a verdade é que aqui, tal como no Reino Unido, a pressão no emprego pode dar origem a uma bola de neve que se traduz em transtornos depressivos, baixa produtividade e baixa médica prolongada.

Se é verdade que a maior parte das chefias considerará que a abordagem destas dificuldades é uma perda de tempo e um fardo que engorda as responsabilidades da empresa, importa que quem tem poder de decisão nas organizações interiorize que o apoio rigoroso aos trabalhadores é uma mais-valia a médio e longo prazo, já que garante a diminuição das faltas, melhora o desempenho e a produtividade e beneficia a empresa em geral.

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